Prefeito Rafael Greca lança, no Memorial de Curitiba, o Pavilhão das Etnias

Na Capital paranaense, a  diversidade étnica de Curitiba tem agora

Uma grande festa marcou o lançamento do Pavilhão das Etnias

um local para manifestação cultural. O Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem, se transformou no Pavilhão das Etnias, em meio a uma grande festa étnico-cultural. O prefeito Rafael Greca lançou no domingo, 7, o programa da Fundação Cultural de Curitiba  que busca resgatar a cultura das etnias formadoras da cidade. “O memorial passa a ser o símbolo da cidade, materializado num prédio, e seu uso como espaço de todas as etnias vai animar o Centro Histórico e também contribuir com o movimento étnico que a cidade possui”, disse o Prefeito.

O presidente da FCC, Marcelo Cattani, e o coordenador de Etnias da

Greca feliz com o sucesso e a repercussão da iniciativa (Fotos Cido Marques/FCC)

Fundação,  Carlos Hauer, também participaram do lançamento. O evento foi aberto pelo representante indígena Florêncio Rekag Fernandes, da Aldeia Tupã Nhé e Kretã, que cantou o Hino Nacional na língua Cainguangue. “Estamos muito contentes com a iniciativa da Prefeitura”, declarou Florêncio.  Seguiram-se vários outros discursos, todos aplaudindo a iniciativa e ressaltando a importância de se preservar e cultivar as tradições e culturas trazidas por aqueles que ajudaram – e ainda ajudam – a construir Curitiba.

>> Todos os domingos – O Memorial se encheu de cor com as várias

Grupos folclóricos que se apresentaram

etnias representadas pelos 35 grupos folclóricos que apresentaram parte de sua cultura através da dança, da música e dos trajes típicos. “O programa apresentará aqui, todos os domingos, música, dança, arte e comidas típicas dos povos que formam a história da cidade. São atrações para mostrar a influência dessas etnias na formação e no crescimento de

Prefeito Rafael Greca com integrantes do Grupo                                               Folclórico  Espanhol

Curitiba”, contou Hauer. Exposições, festivais de culinária regional, apresentações teatrais e de coral são algumas das manifestações que comporão o programa por determinação do prefeito Rafael Greca para resgatar a identidade cultural e as raízes de Curitiba. “Ele reforça o papel da Fundação Cultural e do Instituto Curitiba de Turismo nessa integração de todos os povos, reforçando ainda mais, os três pilares da Fundação que é manter a tradição cultural de Curitiba, promover a nossa criatividade e provocar a inovação em todas as linguagens artísticas que fazem a diferença da nossa cidade”, frisou o presidente da Fundação.

Festas e comemorações – Já no próximo domingo, 14, no Memorial de Curitiba, os haitianos vão mostrar  sua cultura através da dança, da música e de palestras, na Festa da Bandeira do Haiti. “Quando a gente sai do País para viver em outro lugar que valoriza a sua cultura, é como ter um pedaço da nossa terra. Não tenho palavras para agradecer ao Prefeito por essa iniciativa”, enfatizou o haitiano Berthony Pierre. Também feliz com a iniciativa do Pavilhão, Marília Kissua, representante angolana adiantou que no próximo dia 27, será comemorado no Memorial o Dia Internacional da África. “Não tínhamos um espaço público para divulgar a nossa cultura. Agora, temos aqui um lugar para a dança, gastronomia e outras formas de arte, o que  nos deixa muito satisfeitos”, afirmou Marília. Rafaela Mazaroto, uma das representantes da etnia italiana, disse que o programa é uma oportunidade para divulgar a cultura dos imigrantes. “Ter um lugar para mostrar e manter a nossa cultura, às vezes desconhecida, é bem importante”, destacou. <>

 

Blanca Hernando Barco, dirigente do Grupo Folclórico do Centro Espanhol do      Paraná, com a Cônsul da Suiça, Manuela Merki, que prestigiou o evento

 

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